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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ciência se pronuncia sobre Código Florestal

Inesc

Desde junho de 2010 um Grupo de Trabalho(GT) formado por cientistas trabalha na construção de um embasamento científico para subsidiar o debate sobre o Código Florestal. No último dia 07 de fevereiro, o resumo executivo deste GT constituído pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - SBPC e pela Academia Brasileira de Ciência - ABC foi tornado público no site da SBPC.

Sua conclusão é clara: “retrocessos neste momento terão graves e irreversíveis consequências ambientais, sociais e econômicas”. Ao contrário, o estudo aponta, com base em informações técnicas que precisam ser consideradas no debate, que a “legislação ambiental brasileira, que já obteve importantes avanços, precisa de revisões para refletir, ainda mais, a importância e o potencial econômico de seu patrimônio natural único”.

Contudo, sob alegação das duas instituições de necessidades de adequação de forma e de aprovação pelas respectivas presidências, o documento foi retirado do site da SBPC no dia seguinte da sua divulgação.

Dar publicidade ao documento e levar em consideração suas recomendações é crucial neste momento para reforçar entre os parlamentares a consciência da importância de aprofundar os debates, com participação de cientistas e da sociedade civil. O Substitutivo aprovado pela Comissão Especial se levado a plenário agora, será apreciado por um plenário onde 46% dos deputados não participaram dos debates sobre o Código Florestal. Neste cenário, a construção de uma legislação ambiental que avance na compatibilização da produção e conservação precisa ser novamente discutida à luz da ciência.

Veja alguns impactos previstos pelos cientistas caso sejam aprovadas as alterações pretendidas pelo Substitutivo ao Código Florestal.

Confira o Resumo Executivo do Estudo sobre o Código Florestal

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Empresas brasileiras na lista das top 100 em sustentabilidade

Gife

Acaba de sair do forno, ainda quentinha, uma nova lista das 100 empresas mais sustentáveis do mundo, realizada pela Corporate Knigths, revista de sustentabilidade baseada em Toronto, no Canadá. Em sua sétima edição, este ranking – que já se tornou um dos mais aguardados – inclui mais uma vez três empresas brasileiras: a Natura (na posição 66), a Petrobras (88) e o Bradesco (91). Como de praxe, listas deste tipo representam polêmica certa. Quem está nele comemora como quem recebe um Oscar, festeja com os funcionários e alardeia a conquista aos quatro ventos. Quem fica de fora diminui a importância do fato, questiona os critérios e, muitas vezes, até a idoneidade do realizador.


Goste-se ou não, o ranking Top 100 da Corporate Kignigths cumpre bem o único papel que consigo enxergar em listas e prêmios em geral: o de emulação. Não de egos, mas de práticas. Um ranking de empresas, seja para o que for, só é útil à humanidade se, de fato, as induz a melhorarem suas práticas, a ampliarem horizontes e patamares de aspiração. Do contrário, resume-se a ação promocional estratégica para engordar os cofres dos promotores.
Na visão do editor da Corporate Knigths, Tony Heaps, o listão de sua revista quer sobretudo “mostrar que a sustentabilidade faz bem para o negócio”. Acho que consegue.

Para ler a notícia completa clique aqui.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Pô!

Mônica Othero (a partir do Insustentável Sustentabilidade)


Vamos buscar os hippies dos anos 60?

Essa "parada" é o seguinte: primeiro desenvolveram hábitos, vícios, prazer em adquirir e consumir, ostentar. Trocaram o ser pelo ter.

Depois somos consumidos?

Seja pelo ar, água, terra fogo ou cartão de crédito?

Pelo próprio semelhante?

Orientados com mudanças homeopáticas? Menino bonzinho, consciente, preocupado em salvar o planeta?

Nunca mais serei "goiaba" desde o dia que vi no cargo de presidente do PV daqui um agropecuarista do setor de milho, soja e porcos...

Marina fez igual se faz com criança quando você dá um pirulito, para depois recolher dizendo que estraga os dentes.

Este ano o Brasil concorre no Oscar 2011 com documentário Lixão Extraordinário.Você não sabe se será analisado o trabalho do artista plástico Vik Muniz com os catadores do lixão do Jardim Gramacho (RJ) ou a vida dos catadores do lixão? Basta ver o Roberto bem perto de nós!

Podemos sim questionar, provocar, inquietar, falar pelos corredores, mas, está tudo programado para o fim dessa sociedade!

E surgimento de outra.

Quem viver verá!

A insustentabilidade por argumentos insustentáveis

Que fique registrado, esclarecido, posto desde o início: acho a louváveis a postura crítica, a iniciativa, a virulência. Mas discordo do texto em muitos pontos e, por muitos motivos, acho que os argumentos apresentados são insustentáveis e, no limite, prestam um desserviço à sustentabilidade. Para começo de conversa, não dá para misturar SWU, Marina, Responsabilidade Social Privada e Investimento Social, tudo como sendo farinho do mesmo saco...

Mas como disse, pelo que acho louvável, republico aqui o que saiu primeiro no Marjorie Rodrigues

Insustentável Sustentabilidade

Ano passado, fui a um evento em que várias bandas nacionais e internacionais se apresentaram numa fazenda no interior de São Paulo. Para assistir aos shows, era necessário comprar um ingresso que custava, se não me falha a memória, trezentos reais. Isso para ficar a vários metros de distância dos palcos. Quem quisesse ver as apresentações de perto, num cercadinho chamado de área VIP, teria de pagar o dobro. É mais do que o atual salário mínimo brasileiro, de R$510. Lá dentro, a água custava 6 reais, a cerveja uns oito. O evento foi patrocinado por quatro empresas: duas multinacionais do ramo de bebidas, uma multinacional do ramo de alimentos e uma nacional do setor de telefonia.

Tem toda a cara de um festival de música como outro qualquer, voltado para consumidores de classe média/alta, certo? Errado. Segundo os organizadores e os patrocinadores, o que estava acontecendo não era um show, bobinho, era um movimento social pela conscientização ambiental, chamado “starts with you” (começa com você). Oi? Movimento social. Tipo o feminista, o negro, o indígena e o sem-terra, sabe? Mesma coisa.

Uma das multinacionais do setor de bebidas que patrocinaram o evento foi multada em 47 milhões de dólares por poluir lençóis freáticos na Índia. Ela produz uma bebida com 18 colheres de açúcar a cada dois litros. Apenas uma de suas usinas de engarrafamento no Brasil é capaz de produzir 27 mil garrafas por hora. Outra das patrocinadoras engarrafa milhões de litros de água mineral, mesmo que muitos governos locais já tratem a água e a ofereçam gratuitamente aos cidadãos (e sem garrafa). Para competir com a água tratada e gratuita nos países onde ela é disponível, a propaganda classifica a água engarrafada como “mais confiável”, o que nem sempre é verdade.

Entretanto, nos telões do festival, ambas as empresas alardeavam sua preocupação em manter operações sustentáveis, na medida em que reciclam e/ou reutilizam parte das garrafas PET desnecessárias que produzem. A mensagem era clara: “já estamos fazendo a nossa parte, agora faça você a sua. Starts with you! Feche a torneira ao escovar os dentes, desligue os aparelhos eletrônicos da tomada quando sair de casa e seja um consumidor consciente”. E, com “consumidor consciente”, lá vem a mensagem subliminar: “ao comprar um refrigerante de uma empresa responsável como a nossa, você está ajudando o planeta. Não compre dos outros, compre da gente!”.

Nesta semana, em São Paulo, a maior editora de revistas do Brasil promove, pelo quarto ano consecutivo, um evento de sustentabilidade. A mensagem é a mesma do SWU: feche a torneira, faça xixi durante o banho, use os dois lados da folha sulfite, apague a luz. Decorando o evento, esculturas de papelão feitas com as bobinas que envolvem os rolos de papel utilizados na fabricação das revistas. E aí as pessoas vão passeando por ali e pensando “uau, que legal! Um material que normalmente seria jogado fora serviu para produzir algo belo!”. E eis que a editora de revistas se sai como uma puta empresa bacana. Mas ninguém pára para pensar, afinal, para quê todas aquelas bobinas de papel sequer foram produzidas. Ninguém se faz aquela perguntinha do Caetano: quem lê tanta notícia? A humanidade precisa mesmo de tanta revista? Pra quê tanto papel para falar dez mil vezes a mesma coisa? Não parece um contrassenso pagar de gatinho da sustentabilidade reciclando e reutilizando toneladas de papel que foram usados, principalmente, para estimular o consumo? Afinal, hábitos de consumo são a principal coisa vendida por esse tipo de veículo em particular, a revista.

Citei esses dois exemplos, mas poderia citar outros vários. Cada vez mais empresas, de todos os ramos do mercado, têm se apropriado do discurso da sustentabilidade ou patrocinado eventos de “conscientização”. E isso não é à toa. Nada mais insustentável do que o discurso da sustentabilidade. Trata-se de um discurso deliberado de alienação, que foca a resolução da questão ambiental sobre as nossas pequenas ações cotidianas e não sobre a raiz a ser extirpada: o modelo de produção e consumo vigente. É claro que nossas pequenas ações cotidianas têm sim seu peso (ninguém está dizendo que fechar a torneira enquanto escovamos os dentes é uma coisa ruim), mas vamos combinar: não somos nós que jogamos milhões de litros de óleo no Golfo do México. Não somos nós que poluímos ar e água com substâncias cancerígenas. Não somos nós os responsáveis por socar partículas de sacolinhas e garrafas PET no bucho dos animais marinhos. Então, não é à toa que tantas empresas que nunca deram a mínima para o meio-ambiente de repente tenham virado sustentáveis desde criancinha. Não é à toa que o nome do tal festival, ou melhor, do “movimento social”, é starts with you. Começa aí com você, seu trouxa. Afinal, enquanto a gente fica aqui criando consciência, as grandes empresas, responsáveis pelo grosso do problema, ganham tempo. Adia-se mais um pouco o debate sobre a sociedade de consumo que construímos.

Outro problema desse discurso da sustentabilidade, tão em voga, tão na moda, é que ele nos convida a ser benevolentes com o planeta, quase como se estivéssemos lhe fazendo um favor: “salve a planeta! Salve os ursos polares! Salve as florestas!”. Meu filho, a questão é salvar a nós mesmos. É o nosso que tá na reta. O planeta se vira sem a gente. Se isso aqui virar tudo uma grande sauna inabitável, o planeta continua existindo. Numa boa. Como todos os outros planetas inabitáveis universo afora. Não é a Terra que vai se foder (pode palavrão aqui, Idelber?), é você. Você.

O terceiro (e, muito provavelmente, não o último) problema desse discurso é que ele limita a nossa esfera de ação ao consumo. O único poder das pessoas de salvar o planeta (e não a si mesmas) é enquanto consumidoras, nunca enquanto cidadãs, nunca através do fazer político. Enfiamo-nos nessa enrascada consumindo e consumindo sairemos dela. É apenas uma questão de mudar o jeito como se consome, tornando-se um consumidor “responsável”. Mas o que é ser um consumidor responsável? Ora, é consumir na mesma quantidade e das mesmas empresas de sempre (como as patrocinadoras do SWU…), só que com a consciência tranquila porque as empresas estão reciclando uma coisinha aqui e ali, utilizando circuito fechado de água numa fábrica aqui, noutra ali. Ah, e enquanto você consome uma coisa e outra, apague a luz.

Mas devo chamar atenção para uma coisinha mais. É que muitas empresas inserem o pilar social no seu conceito de sustentabilidade. E aí, a meu ver, mora um grande, gigantesco perigo. Através de fundações e institutos associados ao terceiro setor, empresas privadas querem substituir o Estado, tomando para si atividades que devem ser de responsabilidade dele (como educação, saúde, combate à pobreza, etc). Ou então, sequestram o rótulo de sociedade civil e passam a dizer ao Estado quais são as necessidades das comunidades, o que deve ser feito e como. Essa do SWU assumir o rótulo de “movimento social”, por mais ridículo que pareça, é uma coisa que as fundações e institutos, associados ao terceiro setor, já têm feito há tempos. Aí, o próprio Estado passa a dar dinheiro a empresas privadas, para que o capital se encarregue de dar um tapa nas desigualdades que ele mesmo gera.

Por isso, desconfio de toda e qualquer empresa que vem com discurso sustentável para cima de moi. Não votei em Marina, por mais que simpatize com vários aspectos de sua biografia e atuação política, justamente por causa disso. Pode me chamar de comunista barbuda, mas a solução dos problemas gerados pelo capital não virá pelas mãos do próprio capital. Há uma óbvia incompatibilidade de interesses. A mobilização, querido, realmente starts with you: não são as empresas que têm de criar consciência na gente. É a gente que tem de criar consciência, coletivamente, sem mediação privada alguma. É a gente que tem de questionar o modo como se vive, a maneira como as coisas são produzidas e, a partir daí, peitar as empresas.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Edital de Projetos de Áreas de Conservação até 31/3

Impulsionar o desenvolvimento científico no Brasil, ampliando o investimento em conhecimento e contribuindo para manter os ciclos ecológicos vitais para o equilíbrio no planeta. Foi com esses objetivos que a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza se tornou uma das primeiras instituições nacionais ligadas à iniciativa privada a financiar projetos de conservação da biodiversidade brasileira.

Em 20 anos de atuação, completados em 2010, quase US$ 10,3 milhões já foram doados para 1.246 projetos de cerca de 400 instituições de todo o Brasil. Neste semestre, 18 novos programas serão apoiados pela organização, que vai doar R$ 514 mil distribuídos ao longo do período de duração das iniciativas que atuam em 15 estados e contemplam cinco dos seis biomas brasileiros: Mata Atlântica, Amazônia, Pampa, Cerrado e Caatinga. Além do ambiente marinho.


As inscrições para a escolha de novos projetos estão abertas, e vão até o dia 31 de março, pelo site do Grupo O Boticário, o
www.fundacaoboticario.org.br, no link O Que Fazemos e Editais. Podem se cadastrar organizações não-governamentais ou fundações ligadas a universidades, que contribuam para a conservação da natureza no Brasil. Os projetos serão contemplados já no primeiro semestre de 2011.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Palestra sobre Impactos da Vale em Patrocínio

ACIP/CDL

A ACIP/CDL já tem agendada para o mês de novembro uma palestra com o Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Turismo de Patrocínio, Thiago Miranda, com o tema “Impactos Econômicos da Implantação da Vale Fertilizantes em Patrocínio - Projeto Salitre”.

[Agenda]
Evento:
Palestra sobre a Vale em Patrocínio
Dia: 10/11/2010
Hora: 19h30
Local: Auditorio da ACIP/CDL
Obs.: É necessário a confirmação da presença pelo telefone: 3831-5500

Clique aqui para ler a matéria completa

sábado, 23 de outubro de 2010

"Não verás nenhum país como este"

Por Mônica Nunes

No horário eleitoral gratuito ou nos debates, ainda não ouvi um candidato neste segundo turno, fazer referencia especial ao que é o saneamento básico. Nem a candidata Dilma e nem o candidato José Serra aprofundaram em tal assunto.

Alguns podem dizer : “ - Mas, isso não me interessa, tenho água tratada, piscina em casa, rede de esgoto moderna, saúde em dia, purificador. Isso cabe ao Município!"

É justamente essa divisão entre quem tem acesso e quem não tem acesso que faz o Brasil ocupar a 70ª posição no ranking internacional de desenvolvimento humano. Não adianta considerarmos os emergentes no cenário econômico, os proprietários do pré-sal e da selva Amazônica, o país que mais gerou empregos formais ,que implantou programas de distribuição de renda ,se é real a situação onde inúmeros municípios não só tem a falta de água como a falta do tratamento da água e rede de esgoto .Não adianta petistas “apaixonados”defender a ideia que o PT salvou o Brasil e tem que continuar. Não adianta tucanos vaidosos alegarem que Serra vai administrar o Brasil como fez em São Paulo.

A divisão entre quem tem acesso e quem não tem acesso,continua levando milhares de brasileiros ,principalmente as crianças a sofrerem doenças gastrointestinais, alergias, estado de desnutrição e morte. O numero é alto: 28 mil brasileiros morrem por ano em consequência de doenças relacionadas a falta de saneamento básico. Quando fui entrevistada pelo recenseador do IBGE para o Censo 2010 ouvi a pergunta:

“ - Sua casa tem fossa?

Respondi: “- Fossa? Isso é coisa do passado. Moro no centro da cidade”

Veio a reposta:

“_Não é coisa do passado não, aqui no Município de Patrocínio ainda existe Como também é expressivo o número de adultos analfabetos. Estes dois dados me surpreenderam" respondeu o recenseador.

“- Esse é o Brasil dentro de outro Brasil", respondi.

Quem nunca visitou um lugarejo onde havia antena parabólica, acesso a internet, sinal para celular, coca-cola à vontade, lanhouse e não havia nem água tratada e nem rede de esgoto?

Quando o Município precisa investir o lado financeiro na maioria das vezes não vem do Governo Federal e sim, da própria arrecadação municipal. .Como este setor necessita de um alto valor, a situação vai sendo levada e não solucionada. O que a população não vê não recebe o crédito, nem causa efeito eleitoreiro. Diferente do setor da informática, construção civil, empréstimos bancários, telefonia móvel, unidade de saúde. O que significa não somente necessidade de proporcionar saneamento básico, mas o direito a essa condição de todo ser humano. Neste contraste de Brasil fico na esperança de ouvir um candidato à presidência fazer uma análise dessa situação, a implantação de ações em conjunto em todos os Estados. Cobrar tarifas parece ser o único caminho, mas investimento? Cadê o investimento?

Quando desce a água do céu, a TV mostra e divulga: “o esgoto percorre os barracos, os roedores invadem, o mau cheio é terrível!”Aí levam os moradores para outros lugares até a água baixar e tudo fica como está até a próxima estação de chuva e outros voltarem para o mesmo lugar, na mesma falta de condição.

A questão não é resolver só num Município, mas no Brasil todo. A questão envolve meio ambiente, coleta de lixo e tratamento, preservação. Estava conversando com duas pessoas entendidas em questões ambientais. Conversa vai e conversa vem, a pergunta foi direta:

“- Por que sua cidade tem poucas árvores? Vocês não procuram os vereadores, secretário, o prefeito para ações que visem esse falta de verde?

E mais:

“- Como é feito o trabalho de manutenção das nascentes? A questão do meio ambiente existe ou não existe? Vocês acham que aqui tem qualidade de vida? Vocês precisam cobrar mais dos políticos. Já já a mineração começa. O dinheiro arrecado, pode ser algo significativo, mas não vai deixar de ser algo que precisa de ações de preservação ambiental."

Repasso essas perguntas para você leitor e aos homens públicos. Quando comecei este texto questionava por que nem o candidato José Serra e nem a candidata Dilma assumem a questão do saneamento básico? Mas diante dessa pergunta me vem o ensinamento de Olavo Bilac: “Não verás nenhum país como este!”.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

CNI: 71% das empresas adotam gestão ambiental

Porcentual diminui para 61% entre as pequenas empresas e sobe para 94,9% entre as grandes
Agencia Estado


São Paulo. Procedimentos relacionados à gestão ambiental, como economia de energia elétrica e reutilização da água, são adotados por 71% das empresas, segundo levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Esse porcentual diminui para 61% entre as pequenas empresas e sobe para 94,9% entre as grandes. Entre aquelas que declararam adotar esses procedimentos, 87,5% afirmaram contar com um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) - que compreende processos com certificação internacional.

Dentre os programas adotados dentro do SGA, destacam-se a redução na geração de resíduos (80,1% das empresas que possuem SGA), o uso eficiente de energia (69,5%), a redução no consumo de água (58,3%), o uso de resíduos como matéria-prima ou insumo (45,9%) e a reutilização de água (43,6%). Por outro lado, foi constada a baixa adesão de práticas capazes de proteger a fauna e a flora. A proteção de áreas ambientais sensíveis teve adesão de apenas 36%, enquanto investimentos na produção da biodiversidade abrangeram 6,9%.

O levantamento indica que os principais fatores para a adoção desses procedimentos foram preocupação com a marca da empresa e as exigências legais. Segundo a pesquisa, os principais pontos foram imagem e reputação (assinalado por 78,6%), exigências do licenciamento ambiental (77,7%), regulamentos ambientais (66,6%) e política interna das empresas (65,8%).

"Esse fato demonstra que há uma clara preocupação das empresas quanto ao que consumidores, acionistas, mídia e concorrentes percebem da empresa com relação às questões ambientais", afirma o relatório da CNI.

Investimentos

A pesquisa mostra que 88% das empresas tinham planos de investir em preservação ambiental em 2010, um aumento de 2,1 pontos porcentuais em relação a 2009. Na opinião das empresas entrevistadas, esses investimentos deveriam ser impulsionados por meio de incentivos fiscais, acesso a crédito de fundos ambientais e pelo pagamento por programas de conservação.

A sondagem da CNI foi feita com 1.227 empresas (677 pequenas, 367 médias e 183 grandes), entre os dias 5 e 19 de abril.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Troque o plástico por jornal

A grande justificativa das pessoas que dizem que "precisam" de sacolinhas plásticas é a embalagem do lixo. Tudo bem, não dá mesmo pra não colocar lixo em saco plástico, mas “Sacos de lixo Biodegradáveis” que são feitos com materiais orgânicos e de fibras vegetais levam bem menos tempo para se degradarem no solo assim causando menos impacto na Natureza.

Além disso será que não dá pra diminuir a quantidade de plástico no lixo?

Melhor do que encher diversos saquinhos plásticos ao longo de uma semana é usar um único saco plástico dentro de uma lixeira grande na área de serviço, por exemplo, e ir enchendo-o por alguns dias com os pequenos lixinhos da casa (da pia, do banheiro, do escritório). Se o lixo é limpo, como de escritório (papel de fax, pedaços de durex etc.), pode ir direto para a lixeira sem proteção. No caso dos lixinhos da pia e do banheiro o melhor substituto da sacolinha é o saquinho de jornal. Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer. Leva 20 segundos. A idéia veio do origami, que ensina essa dobradura como um copo. Em tamanho aumentado, feito de folhas de jornal, o copo cabe perfeitamente na maioria dos lixinhos de pia e banheiro que existem por aí. Veja:

Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.

Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, e mantenha sua base para baixo.

Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.

Vire a dobradura "de barriga para baixo", escondendo a aba que você acabou de dobrar.

Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda, e você terá a seguinte figura:

Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.

Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.

Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:

Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!

É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo!


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Dia C é realizado em Patrocínio com grande sucesso

Expocaccer

Cooperativas mobilizaram voluntários e promoveram ação de conscientização ambiental

No dia 28 de agosto a Praça da Saúde, na rotatória do Bairro Morada Nova, foi tomada por uma iniciativa de voluntariado. As cooperativas da cidade: COOPA; Expocaccer e SICOOB COOPACREDI, se uniram pela realização do Dia C – Dia de Cooperar, promovido pelo Sistema OCEMG/SESCOOP-MG.

A ação escolhida foi voltada para a conscientização ambiental e consistiu no recolhimento de óleo vegetal (óleo de cozinha) utilizado. Para um enfoque maior da iniciativa e alcance de um volume satisfatório de arrecadação, as cooperativas promoveram uma troca, desta forma, o óleo utilizado entregue aos voluntários, foi trocado por um litro de leite COOPA.

A ação não se limitou somente ao recolhimento do óleo na Praça, o foco principal da iniciativa foi informar a população sobre o descarte correto do produto, bem como as opções de reaproveitamento deste óleo na fabricação de sabão e detergente, evitando assim os impactos prejudiciais que este óleo utilizado pode causar ao meio ambiente quando jogado na rede de esgoto. Os voluntários percorreram o Bairro Morada Nova e arrecadaram cerca de 500 litros de óleo, os quais foram doados à Coopercac (Cooperativa de Trabalho dos Bairros Congonhas, Cruzeiro da Serra e Amir Amaral) para produção de sabão.


Através da parceria firmada com a Prefeitura Municipal, a Secretaria de Esportes e Lazer realizou atividades esportivas no local e preparou os voluntários para a ação proposta. Para as crianças houve a realização de atividades recreativas, destacando-se o Varal Cultural, o qual teve como tema a importância da conservação da natureza.

As cooperativas comemoram o resultado conquistado na manhã do último sábado e almejam, para o próximo ano, movimentar toda a cidade nas ações de voluntariado do Dia C.

Sobre o Dia C
O Dia de Cooperar - Dia C, é uma iniciativa do Sistema Ocemg/Sescoop-MG que conta com o apoio e a participação efetiva das cooperativas mineiras. O objetivo é promover e estimular a integração das ações voluntárias de todas as cooperativas, cooperados, colaboradores e familiares em um grande movimento de solidariedade cooperativista.

De acordo com dados da Ocemg, em 2009, foram 140 cooperativas participantes, quase 13 mil envolvidos e um público estimado em 88 mil pessoas nas diversas ações sociais realizadas por todo o Estado. O saldo das cooperativas participantes em 2010 foi superior, tendo 191 cooperativas inscritas, de todas as regiões, que promoveram uma verdadeira maratona voluntária em benefício do próximo.

sábado, 28 de agosto de 2010

Quantas sacolas descartáveis você recusa por dia?

Planeta Sustentável

Para provocar a reflexão sobre a importância de reduzir as sacolas descartáveis do cotidiano, o Planeta Sustentável criou uma campanha diferente: através de um contador – na home deste site -, você pode registrar a quantidade de sacolas descartáveis que recusar a cada dia. Para cada NÃO, um clique. Que tal participar? E, ainda, compartilhar esta ideia?


A proposta do contador do Planeta Sustentável – que está em destaque na home do site - é incentivar a discussão e a reflexão a respeito de um problema tão sério como a proliferação das sacolas descartáveis, a partir do seu uso indiscriminado e irresponsável.

Precisamos, realmente, de tantas sacolas – feitas de plástico e de outros materiais igualmente nocivos ao meio ambiente? Será que precisamos delas para carregar qualquer produto que compramos ou, mesmo, para forrar latas de lixo? Por que não as substituímos por sacolas retornáveis – de pano, de lona vinílica (muito usada em banner promocionais) ou outros materiais recicláveis – que podem estar sempre à mão na bolsa ou no carro?

Essa é a provocação que fazemos. Recusou uma sacola descartável no supermercado, na farmácia, na padaria ou numa loja? Ótimo! Registre, aqui, no contador. Para cada sacola, um clique. Divulgue esta ideia em casa, para seus amigos e colegas de trabalho ou da escola, em seu condomínio, no bairro...

Vamos acompanhar, juntos, quanto tempo leva para chegarmos a um milhão? Para facilitar seu registro e também a evolução dos cliques, você pode publicar o contador em seu site ou blog: o código está indicado no próprio contador.

“A forma lúdica desta campanha incentiva a pensarmos na questão e colaborar para diminuir a utilização de sacolas descartáveis, sobretudo as que são feitas de plástico”, explica Matthew Shirts, coordenador do Planeta Sustentável. “Esse contador cria uma outra dimensão para a ação. Cada leitor que recusar uma sacola, com certeza vai ajudar a fazer uma grande diferença no processo de conscientização”.

DURA REALIDADE
Hoje, a urgência em eliminarmos - ou, pelo menos, reduzirmos - o uso das sacolas descartáveis é inegável. Desde o início desta década - pelo menos - há diversas iniciativas, nesse sentido, pelo mundo. Algumas baseadas em pura ideologia e consciência; outras levando em conta “o bolso”, já que boa parte da humanidade - infelizmente - só entende a linguagem do dinheiro. Mas, que seja! O que importa é o resultado que se obtém da iniciativa: a redução da agressão ao meio ambiente.

Eis alguns exemplos:
- a Irlanda foi o primeiro país da Europa a aplicar impostos sobre o uso de sacolas plásticas. Isso aconteceu em 2002 e reduziu em 90% o consumo do produto;
- em 2005, Ruanda acabou com a "festa" das sacolinhas;
- em Bangladesh, isso aconteceu em 2007;
- em 2007, também, São Francisco foi a primeira cidade a proibir o uso dessas sacolas;
- no ano passado, a China começou uma campanha para acabar com as descartáveis gratuitas e
- Israel, Canadá, Índia, Botswana, Kenya, Tanzânia, África do Sul, Taiwan e Singapura também proibiram seu uso ou estão a caminho disso.

E por aqui? No Brasil, ainda não há registro de cobrança de impostos para o consumidor que optar pelas sacolinhas descartáveis. Talvez fosse uma boa alternativa. Mas já existem algumas iniciativas interessantes: no ano passado, em Santa Catarina, a ACATS - Associação Catarinense de Supermercados liderou uma campanha para incentivar os supermercados a abandoná-las de vez.

domingo, 22 de agosto de 2010

Convite participação no dia C

Expocaccer por email

Convido todos a participarem do evento promovido pela Coopa, Coopacredi e Expocaccer em comemoração ao Dia C – Dia de Cooperar.

O evento acontecerá no dia 28/08, a partir das 08:00 horas no Bairro Morada Nova, sendo o início das atividades na Praça da Saúde, com práticas esportivas ministradas pelos monitores da Secretaria de Esportes e Lazer. Posteriormente haverá uma ação de revitalização da área da Alameda Pinheiros, com limpeza da área e plantio de árvores às margens do Córrego Rangel.

O evento é uma organização das três cooperativas em parceria com a Prefeitura Municipal.

Para maiores informações:

http://www.expocaccer.com.br/ler_noticia.php?id=1838
http://www.ocemg.coop.br/webcoop/diversos/diac/index.htm


Contamos com a presença de todos!!!!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Convite Dia Nacional do Campo Limpo

É com grande satisfação que convidamos você a participar das comemorações do Dia Nacional do Campo Limpo com a Expocaccer. Pela sexta vez o evento, que já faz parte do calendário nacional, será realizado na Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Patrocínio, coordenada pela cooperativa.

O evento acontece nesta semana, dia 18/08, a partir das 08:00 horas, na Central, que fica localizada na Estrada da Lagoa Seca, s/nº, na fazenda da EPAMIG. Esta iniciativa, cujo foco é a conscientização ambiental, conta com a parceria da Secretaria Municipal de Educação.

Neste dia a Central estará de portas abertas para receber toda a comunidade e demonstrar que é possível realizar um desenvolvimento sustentável, principalmente no campo, e com responsabilidade para com as gerações futuras.

Para maiores informações gentileza entrar em contato ou acesse:

www.inpev.com.br
http://www.expocaccer.com.br/ler_noticia.php?id=1831
http://www.expocaccer.com.br/ler_noticia.php?id=1808
http://www.expocaccer.com.br/responsabilidade.html

Contamos com sua presença!!!

sábado, 7 de agosto de 2010

Dia Nacional do Campo Limpo 2010 será comemorado em 104 municípios

Expocaccer

Data é comemorada no dia 18 de agosto


Para a realização da sexta edição do Dia Nacional do Campo Limpo, que acontece no próximo dia 18 de agosto de 2010, o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) confirmou a participação de 104 centrais de recebimento em 23 estados na realização de atividades de educação ambiental, que compõem a programação do evento. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) é uma das instituições parceira do inpEV.

Destas 104 unidades, 83 irão realizar ações de Portas Abertas, que recebem a visita da comunidade local para conhecer de perto o procedimento realizado pelas centrais de recebimento para a destinação correta das embalagens vazias de defensivos agrícolas.
Com apoio de órgãos do poder público local, estadual, entidades e associações participantes do sistema, empresas associadas ao inpEV e outros parceiros locais, a programação inclui ainda um projeto educacional dirigido a estudantes do Ensino Fundamental I e II de escolas locais, além de palestras, concursos de redação e desenho e atividades culturais.

Em 2009, o Dia Nacional do Campo Limpo mobilizou 113.487 pessoas em todo o País, com atividades promovidas por 99 centrais, de 23 estados. "Em cinco anos de realização, o Dia Nacional do Campo Limpo vêm registrando o comprometimento, cada vez mais intenso, de cada um dos envolvidos no sistema de destinação final. "Além de reafirmar a importância sobre o destino correto das embalagens vazias de agrotóxicos, a programação – focada em ações educativas – reforça o compromisso de todo o sistema em garantir que as práticas ambientalmente corretas sejam transmitidas de geração para geração", avalia João Cesar Rando, diretor-presidente do inpEV.

Patrocínio é um dos municípios participantes. Através da Central de Recebimento de Embalagens Vazias administrada pela Expocaccer, este evento acontecerá na cidade pela sexta vez.

Para mais informações sobre as atividades do Dia Nacional do Campo Limpo, visite www.inpev.org.br.

inpEV – Instituto que representa a indústria fabricante de agrotóxicos para a destinação das embalagens vazias de seus produtos.

Fonte: OCB/ASCOM Expocaccer

terça-feira, 29 de junho de 2010

Petrobrás Recebe Projetos Ambientais até dia 19/8

O Programa Petrobras Ambiental vai destinar R$ 78 milhões para os projetos de preservação do meio ambiente a partir da seleção púbica de projetos - que garante a democratização do acesso aos recursos da companhia, permitindo que sejam inscritos projetos de todas as regiões do país e também prevê o fortalecimento das organizações ambientais e suas redes e a disseminação de informações sobre o desenvolvimento sustentável.

Os projetos devem ter como alvo a gestão de corpos hídricos superficiais e subterrâneos; a recuperação ou conservação de espécies e ambientes costeiros, marinhos e de água doce; e a fixação de carbono e emissões evitadas.


O período de inscrição segue até o dia 19 de agosto
e serão aceitas inscrições de projetos sob a responsabilidade de pessoas jurídicas, fundações e ONGs, além de outras organizações da sociedade civil. Os projetos inscritos devem ter valor de até R$ 3,6 milhões e serem executados entre 18 a 24 meses. A divulgação dos projetos selecionados está prevista para novembro deste ano.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Procura-se 25 Jovens Ativistas do Clima

O programa Climate Generation foi criado pelo British Council para apoiar jovens ativistas do clima (Climate Champions) que sejam especialmente comprometidos e entusiasmados para liderar projetos em suas comunidades, influenciando-as através de seu exemplo.

Os selecionados terão a oportunidade de:
  • Participar de treinamento sobre liderança, gerenciamento de projetos e técnicas de negociação
  • Receber apoio para divulgar seu projeto localmente e na América Latina
  • Fazer parte da rede de International Climate Champions do British Council e trocar conhecimento e ideias com outros ativistas de mudanças climáticas através do portal online
  • Concorrer a um apoio financeiro para seu projeto. Serão oferecidas 20 bolsas em valores equivalentes a £1.000 (mil libras) cada, em toda a América Latina.
  • Candidatar-se para participar de eventos nacionais e internacionais ao longo do ano, representando seu país e o programa Climate Generation, como por exemplo, na conferência do clima da Organização das Nações Unidas - COP16, que será realizada no México em 2010

Para participar da seleção o candidato deve:
  • Ter entre 16 e 35 anos
  • Ser comprometido e entusiasmado com a questão das mudanças climáticas
  • Demonstrar um sólido conhecimento e compreensão sobre as questões relacionadas às mudanças climáticas, assim como apresentar um histórico significativo de realizações como ativista comunitário ou de trabalho voluntário relacionado ao tema
  • Expressar-se em inglês confortavelmente (desejável)
  • Possuir fortes habilidades de comunicação
  • Ter postura e atitudes de líder
  • Estar ativamente envolvido com algum projeto local que aborde questões relacionadas às alterações climáticas, que promovam um impacto positivo e relevante em sua comunidade. Espera-se que os selecionados sejam representantes de seus projetos e comunidades durante o programa Climate Generation
  • Estar disposto a se comprometer com o programa Climate Generation por um ano, no mínimo, e engajar-se nas redes e atividades relevantes não só como parte do programa, mas também além deste
  • Comprometer-se a difundir as competências e conhecimentos adquiridos graças ao projeto Climate Generation em sua comunidade
Cada candidato será avaliado pelos representantes do British Council juntamente com especialistas locais sobre mudanças climáticas. Todos os requisitos descritos acima serão levados em consideração, com ênfase no histórico individual de atuação em projetos, habilidades de comunicação, criatividade e fluência em inglês.

Para participar, os candidatos devem se inscrever neste site até o dia 8 de julho de 2010

Os candidatos serão informados do resultado até 20 de julho de 2010.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Acarpa Comemorou Dia do Meio Ambiente

Acarpa

Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, a ACARPA realizou nesta terça-feira, 2 de junho, uma série de palestras alusivas à data. Vários temas foram abordados. Arlene Cortes da Rocha, Analista Ambiental do IGAM falou sobre “Recursos Hídricos”. Em seguida, O Sgt Wellington Cortes, da Polícia Ambiental, abordou o tema “Fiscalização Ambiental” e finalizando o ciclo de palestras, Sr Renato Camilo de Carvalho, do IEF, fechou o evento com o tema “Reserva Legal”.

Várias autoridades estiveram presentes, Prefeito Dr Lucas Campos Siqueira, Vice-Prefeito Fausto Amaral Fonseca, Secretário de Desenvolvimento Thiago Miranda, Presidente da Câmara Municipal Humberto Donizete Ferreira, Produtores, Lideranças, Imprensa, Emprésários do Agronegócio e alunos dos cursos de Agronegócio, Agronomia e Ciências Biológicas.

Como parte do programa de conscientização, o Presidente da ACARPA, Marcelo Queiroz, fez o plantio de uma muda de Aroeira, tendo como objetivo, reforçar nossa obrigação em preservar os recursos ambientais e humanos para as gerações futuras, estimulando, difundindo e implementando práticas de desenvolvimento sustentável.

Foram distribuídas camisetas alusivas ao Dia do Meio Ambiente e mudas de árvores aos presentes. Com esta ação, a ACARPA simboliza uma visão duradoura e permanente do conceito de sustentabilidade, cujas dimensões serão o legado para as gerações futuras.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

quinta-feira, 20 de maio de 2010

ICBEU Idiomas lança campanha ambiental arrojada

Escola quer plantar inicialmente 1.000 árvores nativas do cerrado. A sociedade pode contribuir para esse número aumentar


O ICBEU Idiomas, escola tradicional na cidade, lançou na última quinta-feira, 13, um importante projeto ambiental que envolve desde ações de conscientização até medidas concretas de proteção ambiental.

O projeto foi batizado de IC Planet e irá envolver todos os alunos do ICBEU, além de contar com a participação da comunidade Patrocinense. A ideia para essa ação partiu da preocupação dos diretores do Instituto em reduzir a participação da escola no consumo diário de recursos naturais, como a água, a energia elétrica, o papel e vários outros produtos da natureza.

Através de um levantamento, o Instituto Oksigeno - especialista em projetos para a neutralização das emissões de gases de efeito estufa - verificou que, para o ICBEU colaborar com a redução dos seus impactos ambientais, basta que sejam plantadas 5 árvores. “Mas o nosso projeto é mais frondoso e decidimos ir além pelo meio ambiente. A cada aluno que o ICBEU matricular uma árvore nativa do cerrado será plantada em uma área de preservação permanente. E o interessante: essa árvore terá o nome do aluno. Em breve poderemos plantar cerca de 1.000 árvores. Mas queremos muito mais!” – explicou José Neto, Diretor Executivo do ICBEU.

O projeto terá três ações principais. No IC Planet Day, os alunos do ICBEU irão até a reserva onde farão o plantio das árvores que apadrinharão. Já no IC Tips, serão distribuídos na cidade panfletos, e pelo site www.icbeuidiomas.com.br, com dicas de preservação ambiental, com o objetivo de promover uma mudança de hábitos da população. Por fim, o IC Trade, que terá o formato de uma gincana. “Vamos montar postos de arrecadação de material reciclado. Cada material terá uma pontuação e, quanto mais material, mais pontos acumulados. As pessoas poderão usar esses pontos para trocá-los por brindes, como bonés camisetas feitos com material reciclado, celulares e até uma viagem internacional.” – concluiu o Diretor Executivo.

A partir do dia primeiro de junho serão divulgados os locais de arrecadação dos materiais reciclados e as dicas de preservação ambiental. A semente está lançada. Participe!